NOITE DE UNÇÃO na IEADMS Vila Fátima – Setor 4

O coronavírus (covid-19), é mais um dos juízos profetizados por Cristo Jesus, e que está parando o mundo inteiro. Mas como Igreja não podemos desanimar diante das aflições e dificuldades, temos que colocar nossa fé no Senhor (Sl 46).

Não existe juízo que não decorra da direção ou permissão de Deus (vontade diretiva ou permissiva), para fazer o seu povo orar mais, meditar na Palavra, interceder e buscar santificar-se cada vez mais (II Cr. 7:13-14).

Os juízos de Deus são mais graves no tempo da graça, visto que a Palavra está disponível, mas os homens (a sociedade) insiste em rejeitar andar nas boas obras do Filho de Deus (Mt 24).

Fomos ungidos (separados, santificados) pelo Senhor, por seu Santo Espírito, para sermos um povo que clama pela proteção de Deus (II Co. 1.21-22). Apenas nEle pode estar nossa esperança e confiança. (Sl 121.1-2)

Que haja compromisso com o Senhor nesse momento! Que a Igreja seja Igreja, sem mistura com entendimentos e “ideologias políticas” humanas que para Deus são loucura (Ec. 2.12-13). Mas em compromisso com a verdade, a ÚNICA VERDADE, que é a Palavra de Deus! (Jr 15.16).

Deus provou o povo de Israel, que foi massacrado, destruído e levado ao cativeiro, mas tinha um propósito, santificá-lo no cativeiro para que valorizasse a LEI DE DEUS, e colocasse a esperança unicamente em DEUS, aprendendo a não se ajoelhar aos poderes deste mundo! (Dn 3.14-17).

Somente o SENHOR pode nos guardar e nos livrar! Se Deus não guardar, o homem nada pode fazer! (Sl 127.1).

Por isso, nossa esperança está no SENHOR, e quem é filho confia no PAI, porque Ele cuida e é o único que pode nos livrar de todo mal que sobrevém ao mundo! (João 17.15-17).

Sobre o carnaval gospel

Será que temos o direito de criticar e expor nossos irmãos diante da sociedade? – O que diriam os pioneiros da Assembleia de Deus?

Bloco de carnaval gospel

Sempre que eu vejo alguma coisa diferente entre os crentes, sou sincero, meus dedos coçam para fazer comentários nas redes sociais.

Mas daí o Espírito Santo fala comigo: “se a minha Palavra não é o suficiente para crerem, porque a sua seria?” – então me calo.

Busco então algum conforto na Palavra de Deus e na vida dos pioneiros.

Fico imaginando o que eles diriam, o que eles fariam.

E voltando ao estudo de nossos pastores pioneiros Deus me mostra que eles passaram pelos mesmos conflitos internos.

Gunnar Vingren, no ano de 1920, foi a uma igreja em São Paulo onde viu coisas que ele não identificou na Bíblia e o desagradaram muito.

Mas em vez de criticar seus irmãos perante a sociedade teve um conforto especial de Deus, e escreveu em seu diário:

“Deus e o Espírito Santo me fizeram prometer que eu nunca falaria mal de seus filhos. Eu disse a Deus que por minha força eu não podia cumprir aquela promessa, mas se Ele me desse forças eu cumpriria. Depois a alegria do Espírito Santo veio sobre mim. Aleluia!” (Diário do Pioneiro, pag. 116, CPAD)

Isso é uma lição para nós.

Não critiquemos nossos irmãos na fé!

Oremos por Eles porque Deus não nos dá esse direito de expor sua noiva diante da sociedade.

A Palavra já é suficiente.

A igreja e a ética da responsabilidade social

A igreja, biblicamente falando, tem uma responsabilidade perante a sociedade, que se inicia pelo amor ao próximo e pela fé em Deus, sendo manifestada através das boas obras, conforme pontilhou o apóstolo Tiago: “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo” (Tg. 1.27).

Neste versículo observamos o compromisso social da igreja, que é fruto do amor de Deus derramado pelo Espírito Santo em nossos corações. Assim como Jesus se interessou e se comoveu em razão das mazelas sociais, a igreja e o ministério (serviço dado por Deus aos crentes), não podem agir diferentemente.

A responsabilidade social consiste em visitar os órfãos, as viúvas, fazer doações, ajudar os carentes, amar os desafortunados, chorar com os que choram, proclamar libertação espiritual aos cativos, fundar instituições sociais e educacionais, que realmente trabalhem com transparência e seriedade.

A igreja contemporânea vem sendo bombardeada pelo comodismo, onde muitos crentes estão com medo de trabalhar, avançar, crescer, marchar e conquistar os propósitos de Deus para o seu povo e para a humanidade. A ação social da igreja reflete o tamanho da fé e o brilho de nossa espiritualidade em Cristo Jesus.

A ética e a responsabilidade social foram vislumbradas por Jesus: “… porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber; sendo estrangeiro, não me recolhestes; estando nu, não me vestistes; e estando enfermo e na prisão não me visitastes” (Mateus 25.42,43).

Cuidar daqueles que necessitam de nossa ajuda é uma atitude cristã e abençoadora. Que Deus nos desperte a fazer o bem, sem distinção de classe e etnia, afinal, a igreja foi chamada para ser SAL DA TERRA e LUZ DO MUNDO.

Dois meses do cumprimento do chamado

Já estamos há dois meses na Congregação de Vila Fátima, setor 4 de São Vicente/SP. Muitas coisas o Senhor Jesus tem feito em nossas vidas neste lugar.

Já pudemos presenciar vidas restauradas, casamentos reerguidos, conversões, curas e milagres. Isto só nos revela que os propósitos de Cristo Jesus estão sendo cumpridos em nossas vidas.

Ser Pastor é se doar pela saúde espiritual da igreja. É renunciar aos interesses próprios em prol do crescimento do Reino de Deus.

Estamos trabalhando pelo melhor das pessoas, para que por meio da fé aquele que está fraco possa perceber o que Deus quer de cada um.

Estou presenciando muitos jovens, frutos do evangelismo que todas as quintas-feiras fazemos pelo bairro, que se converteram e estavam sem perspectiva, sem emprego e dinheiro, agora vendo Deus abrir as portas.

Como sempre digo, nós somos libertos para libertar. E é isso que vamos fazer durante todo este tempo que Deus tem preparado para ficarmos aqui nesta congregação.

Obviamente que este trabalho não se faz sozinho. Por isso é importante fazer menção dos companheiros que o Senhor Jesus levantou nesta congregação, que realmente são atalaias neste lugar.

Faço menção dos companheiros Pb. João, Pb. Alexandre, Pb Leonardo, Pb Maicon, Pb Roberto, Pb Fernando, Pb Ivan, Pb Marcos, Ev Carlos. Todos obreiros de valor que estão nos auxiliando nos trabalhos.

E, principalmente, faço menção da minha esposa Natalia. Sem o apoio, o amor, a dedicação e o companheirismo dela, meu chamado não seria possível.

Por fim, para encerrar esta primeira publicação que faço da meu dia a dia no pastorado, faço menção e agradecimento ao Apóstolo Pr. Paulo Alves Corrêa, líder da Igreja e Ministério das Assembleias de Deus de Santos, que nos enviou para este lugar e, pelo Espírito Santo, tem cuidado de todos nós.