Os evangélicos podem comemorar o Natal?

Os evangélicos, nome atribuído aos cristãos de origem protestante, não só podem, como devem comemorar o Natal, que é mais uma forma de evangelização mundial, proclamando o nascimento do Rei dos Reis e Senhor dos Senhores.

As críticas ao Natal, já são há muito tempo conhecidas, e desde logo já são dispensadas, pois se baseiam em um ódio histórico que em nada edificam, e nem atraem as pessoas para Deus.

Na verdade, desde a antiguidade, as heresias surgem a partir da diminuição da pessoa de Jesus Cristo, dizendo que não era humano ou que não era divino.

Criticar a comemoração do nascimento do Filho de Deus nada mais é do que abrir novamente portas para novas heresias.

Muitos querem criticar a data (25 de dez) em razão de ter sido há muitos séculos atrás uma data pagã (Sec. IV – em Roma – o dia do deus sol “invictus”). Alguns outros a criticam pelas várias e várias lendas urbanas, como exemplo clássico o “Santa Claus”, mais conhecido como Papai Noel, aqui no Brasil. Quantas coisas já inventaram sobre esse sujeito…

Discursos esses que são de maneira vã proferidos até mesmo por quem se diz cristão, e de nada servem para edificar a fé ou atrair as pessoas ao evangelho.

Convém, primeiramente, dizer que o nosso Deus é especialista em transformar maldições em bênçãos (Ne. 13:2b), e se antes (naquela remota época) o Natal era uma festa pagã, hoje podemos usar esta data como um dia de Evangelização Universal. Porque o que importa é que a Palavra da Salvação seja pregada, com prudência, moralidade e sabedoria. (Fp. 1:18)

Resumindo o fundamento e o fantástico significado do Natal – Jesus Cristo veio mudar as nossas vidas, nos trazer a libertação deste mundo, onde tanto sofremos opressões, angústias, perseguições, tribulações, e todos os males que nos aprisionam todos os dias.

Antes de Cristo, a salvação, purificação de pecados, – na origem judaica, e até mesmo em outras religiões, – era eminentemente dependente de patrimônio. A clássica salvação patrimonialista: tinha-se que comprar cada qual o seu cordeiro, pombas, etc, para oferecer em sacrifício, para purificação de pecados.
(chegando tal prática a virar comércio no templo – Jesus arrebentou com esses caras – Mt. 21:12-13)

Imperava no sistema religioso o egoísmo, quem não tinha condições não tinha salvação, não poderia se achegar a Deus sem o seu sacrifício individual de sangue de animais perfeitos, que substituiriam a pessoa no merecido castigo. Quem não podia adquirir animais bons para sacrifício não era digno de remissão de pecados. As pessoas eram discriminadas e não podiam sem esse sacrifício ter parte com o Criador.

Quando Cristo, já prenunciado, veio ao mundo, João Batista já anunciou que o basta nos sacrifícios de animais havia chegado, pois ao ver o Mestre ao longe anunciou: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo!” (João 1:29).

Hoje, depois da vinda, morte e ressurreição de Cristo, sabemos que Ele foi partido por nós. E agora cada um e nós temos uma parte com Ele. Todos fazemos parte de seu sacrifício, basta aceitarmos que somos dependentes do seu Amor, da sua libertação, para fazermos parte de sua paz e podermos nos achegar a Deus, pois por sua perfeição era o único digno de remir todos os nossos pecados, porque nada fez, jamais pecou (1 Timóteo 2:6).

Sua morte foi estritamente necessária. Às vezes podemos nos perguntar, como alguém tão perfeito, a imagem absoluta de Deus, o único filho, aquele que está assemelhado em tudo com Deus, ainda que na forma humana, teria que morrer para que pessoas tão pecadoras como nós fossem justificadas por Ele?
O apóstolo Paulo em 2 Coríntios 5:21, nos ensina que: “Aquele que não conheceu pecado, Ele o fez pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus.”

O presbiteriano J. Edgar Hoover uma vez disse que “o legado de um homem só se define quando a vida dele termina”, e isso é uma grande realidade. Nós não poderíamos ser participantes da salvação que o cordeiro oferece sem o seu sacrifício voluntário naquela cruz. Cristo pregou sobre a herança do Reino dos Céus, uma passagem para a eternidade, somente acessível por aqueles que passam por Ele, pois Ele é a Porta e o Único Caminho, Verdade e a Vida. (João 14:6)

Cristo precisava consumar sua vida aqui, para que sua palavra surtisse efeitos para a salvação de todos nós. O Legado da promessa, o legado da herança.

Ao pensar no Natal não podemos deixar de lembrar que é o nascimento do nosso REI.

Cristo é o nosso governo: em Isaías, está escrito que o Principado está sobre os seus ombros (Is. 9:6). Sabemos que o que está sobre os ombros significa encargo, dever, responsabilidade. E principado, nada mais era na época da tradução da Bíblia por João Ferreira de Almeida (Séc. XVIII), que o sistema de governo mais comum no mundo em razão das pequenas colonizações de territórios.

Nas versões Almeida Revista e Atualizada, bem como na Nova Versão Internacional, consta que “O GOVERNO está sobre os seus ombros”. Assim, Cristo é o nosso comando, a nossa direção, a quem devemos seguir. Toda autoridade e todo o poder pertencem a Ele, pois lhe foi dado no Céu e na Terra (Mateus 28:18).

Por isso, absolutamente todas as coisas do mundo passam, as tecnologias passam, a ciência passa, mas as palavras de Cristo não passam, porque tudo que é transmitido no mundo depende da linguagem, e as Mensagens de Cristos são as únicas que nos atrai o coração. Ele vive em nós, Ele está conosco como prometeu, até a consumação dos séculos. (Mateus 28:20)

Desejo para todos, um Feliz Natal, lembrando o dia que Cristo veio a este mundo para se fazer sacrifício vivo por nós, para que por seu sangue fossemos justificados e atraídos a Deus, enxertados na árvore genealógica da fé, que conduz à vida Eterna.

A visão equivocada dos evangélicos brasileiros é achar que o governo secular deve impor a religião

Enquanto escrevia estas linhas, saiu uma publicação da revista Época noticiando que muitos irmãos evangélicos já estão abrindo os olhos e abandonando o absurdo que está ocorrendo em nosso país, que estava arrastando milhares de evangélicos incautos para uma visão distorcida da missão dada por Cristo. Graças dou ao nosso bom Deus!

Hoje inicio uma série acerca dos erros que nós evangélicos cometemos na política e ao pensarmos em sociedade (me incluo, pois não posso deixar de estar no meio do meu povo).

Esta série de artigos comporão uma grande resenha da primeira das “cinco visões equivocadas acerca de cristianismo e governo”, que estão descritas no Capítulo 1 do livro “Política Segundo a Bíblia” do teólogo americano Wayne Grudem. (compre clicando na imagem ao lado).

Se hoje, após ler o primeiro capítulo deste denso e alarmante livro de Grudem, eu fosse questionado pelo próprio autor qual das cinco visões equivocadas por ele destacadas a Igreja Evangélica brasileira está praticando, eu diria que estamos patinando sobre a primeira, por falta de conhecimento bíblico e social.

As cinco visões destacadas por Grudem são equivocadas e igualmente graves, mas a primeira é a base do comportamento social da Igreja para relacionar-se com as demais pessoas na sociedade. É através desta visão distorcida que praticamos o mesmo erro dos fariseus tão criticados por Jesus, que já os denunciava dizendo:

“ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas! pois que fechais aos homens o reino dos céus; e nem vós entrais nem deixais entrar aos que estão entrando.” Mateus 23:13

A visão equivocada acerca de cristianismo e governo que a Igreja Evangélica brasileira está cometendo é pensar de maneira inflamada que o governo civil deve impor a religião, estabelecer preferência religiosa, adotar como oficial nossos cultos em detrimento de todas as demais religiões que estejam presentes na nação.

Este pensamento de se utilizar do cristianismo para diminuir, desprezar e subjugar as demais pessoas já foi utilizado por muitos políticos no decorrer da história, na maioria das vezes apoiada por quase que a inteireza da população cristã da época. Porém, as consequência de tal visão foi de densas trevas no transcorrer dos mil anos da era medieval.

Segundo Grudem, a visão de que o governo civil deve obrigar as pessoas a apoiar ou seguir determinada religião é completamente equivocada. Para corroborar sua opinião ele chama o leitor a fazer uma releitura da história da religião e do Estado para perceber as calamidades históricas que foram decorrentes desta visão.

A título de exemplo Grudem faz referência à Guerra dos Trinta Anos (1618-1648), que teve seu estopim com um conflito entre protestantes e católicos desejosos de controlar posses de terras, principalmente na Alemanha. Dentre muitas outras “guerras religiosas” que ocorreram nos séculos 16 e 17 na Europa, entre católicos e protestantes.

Nas palavras de Grudem:

“Também no século 16, protestantes reformados luteranos perseguiram e mataram milhares de membros de grupos anabatistas na Suíça e na Alemanha, que desejavam ter igrejas “só para os crentes” e que batizavam por imersão aqueles que faziam uma profissão pessoal de fé”

Contudo, ouso ir além do contexto histórico utilizado por Grudem, pois a questão da visão distorcida sobre cristianismo e governo, antes de existir a disputa das próprias denominações religiosas guerreando entre si para conseguir poder e espaço no controle da sociedade, era o próprio governo secular (Estado) que guerreava contra a própria Igreja. Até que o governo percebeu que utilizar-se da visão da imposição da religião sobre o povo seria a solução, em meio à ignorância política do povo cristão.

Referido quadro se deu com a ascensão do Imperador Constantino que, após ter entendido que a perseguição do Império Romano contra o crescimento dos cristãos não tinha dado certo por mais de três séculos, decidiu arrefecer os ânimos dos cristãos em face da perseguição (que só os fazia crescer) tornando o cristianismo a religião oficial do Estado, impondo-o sobre as religiões pagãs existentes.

Mesmo que houvesse sinceridade na conversão do Imperador Constantino, não há que se negar que também tratou-se de um ato político. Constantino se considerou o Sacerdote Supremo do povo, se consultando com cristãos para decidir os seus rumos. Após 100 anos desta mistura, o Império ruiu pela ocupação bárbara, que fez com que Roma ficasse destituída de Imperadores.

Surge, então, a figura Papal. Sem Imperadores, o bispo de Roma se torna Supremo Sacerdote, legislador e administrador de Roma e do mundo ocidental que deveria se subjugar aos seus comandos. Surge o período das trevas, em que as pessoas não tinham entendimento das escrituras, nem podiam se reunir para bem decidir se queriam seguir a religião papal, sem que fossem perseguidas e mortas.

Referida mistura de poder entre Estado e Igreja chegaria em seu ápice na Reforma Protestante, diante do completo desvirtuamento das tradições da Igreja Católica com o que as Escrituras ensinavam. Mas o flerte da Igreja com o Estado permanece grande até hoje e sendo ensinado erroneamente por muitos e agora está castigando a mentalidade dos evangélicos brasileiros.

Os cristãos (Católicos Romanos) brigaram tanto por territórios e poder político na Idade Média (cruzadas e outros conflitos), que muitas religiões atualmente continuam a perseguir os cristãos e nutrem um preconceito com o Cristianismo, como o hinduísmo e o islamismo, por razões históricas.

Conforme escreve Grudem, após conflitos religiosos, em 1779, três anos após a Declaração da Independência dos Estados Unidos, Thomas Jefferson redigiu a “Declaração de Virgínia para a Instituição da Liberdade Religiosa”, que refletia o apoio crescente à liberdade de expressão religiosa nos Estados Unidos. Seguem as palavras de Jefferson:

“Seja decretado pela Assembleia Geral que nenhum homem poderá ser obrigado a frequentar ou apoiar qualquer culto, local ou ministério religioso, nem será forçado, impedido, prejudicado ou afligido, em seu corpo ou em seus bens, nem sofrerá de qualquer outro modo em razão de suas opiniões ou crenças religiosas. Antes, todos os homens terão liberdade de professar e, por argumentos, defender suas opiniões em questões religiosas, o que não diminuirá, nem aumentará, nem afetará de qualquer outro modo sua capacidade civil”

Igualmente, no Brasil, temos o direito à liberdade religiosa, por meio da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, que prevê no artigo 5º, inciso VI, a liberdade de consciência, de crença e de culto religioso, tendo o Estado brasileiro inclusive o dever de proteger os locais de culto e suas liturgias.

Quem somos nós, então, para achar que uma religião deve sobressair politicamente sobre a outra se a política é sempre aliciada pela maldade e pelo pecado que rondam o mundo? Podemos, sim, exercer influência com bons políticos e governantes cristãos, mas querer transformar o Brasil numa nação com religião oficial é repetir erros históricos – nunca há sucesso em utilizar-se da Palavra de Cristo pela conquista do poder secular.

Nosso Reino não é daqui. Nosso Reino será juntamente com o nosso Rei Jesus, Salvador do mundo. A Igreja não pode se misturar com a maldade. É incogitável que a Igreja habite como um só no meio de cães devoradores.

Temos homens escolhidos para a missão específica de atuar na Política, cheios do Espírito Santo de Deus para impedir que o Anticristo reine antes do tempo determinado por Deus. Mas o papel da Igreja é proclamar o evangelho de paz do Reino de Deus que está infinitamente acima do governo secular, tendo como objetivo: Salvar as vidas que se perdem, abrindo as portas dos Céus.

Poderíamos mudar tal mentalidade do povo evangélico brasileiro, mas a história continua a se repetir, por falta de conhecimento e de ensinamento de que a Bíblia mostra que a visão de que o governo deve impor a religião é equivocada e contrária ao próprio ensino bíblico, como demonstraremos nos próximos posts, inciando-se com a verdade de que “Jesus fez distinção entre o reino de Deus e o de César”.

O genuíno amor Cristão: A história do caixão de Billy Graham, construído pelas mãos de assassinos condenados

Hoje trago aos leitores do JP uma história que me impactou nos últimos dias. Diante de tantas palavras de ódio e violência que estamos ouvindo nos últimos dias, em razão das eleições presidenciais que se aproximam no Brasil, contemplei um exemplo do genuíno amor Cristão que deve permear nossos corações.

O Pr. Billy Graham (07.11.1918 – 21.02.2018), desejou ser sepultado em um caixão simples de madeira compensada, construído em uma prisão de segurança máxima de Louisiana/EUA pelas mão de homens que cometeram assassinatos bárbaros, onde no local foram construídos templos, realizados cultos, seminários e programas sociais pelo instituto evangelístico Billy Graham. Leia abaixo esta linda história:


por Thomas Kidd, para a The Gospel Coalition em 28.02.2018

O post de hoje é de Byron R. Johnson, ilustre professor de ciências sociais da Baylor University, diretor do Instituto de Estudos da Religião de Baylor e co-autor do livro O Seminário da Prisão de Angola: Efeitos do Ministério da Fé na Transformação da Identidade, Desistência e Reabilitação (2016).

Billy Graham pregou para mais de 215 milhões de pessoas em mais de 185 países. Ele se encontrou com pelo menos uma dúzia de presidentes e chefes de estado. Graham apareceu no top dez dos homens mais admirados da Gallup no mundo 61 vezes, muito mais do que qualquer outra pessoa. Ronald Reagan é a sua competição mais próxima, fazendo a lista 31 vezes. Então, por que o célebre Graham vai ser enterrado em um caixão de compensado construído por prisioneiros na Louisiana? A resposta nos ajuda a entender uma faceta fundamental do caráter do homem.

Além de ter um efeito sobre os presidentes e milhões de pessoas comuns em todo o mundo, a família Graham também teve um grande efeito naqueles que a Bíblia diz que não devem ser negligenciados: prisioneiros. A família Graham está ligada à Penitenciária do Estado de Louisiana, também conhecida como Angola, uma prisão de segurança máxima conhecida como a prisão mais sangrenta da América. A maioria dos prisioneiros em Angola cumprem penas de prisão perpétua sem a possibilidade de liberdade condicional – o que significa que acabarão por morrer e ser enterrados no cemitério da prisão de Angola.

Franklin Graham pregou em Angola e George Beverly Shea cantou lá. Na verdade, Shea cantou para mais de 800 prisioneiros em Angola em 2009. Ele estava lá para apresentar e entregar à prisão um órgão que ele havia recebido da Associação Evangelística Billy Graham no início daquele ano para seu centésimo aniversário. A família Graham doaria fundos para ajudar a construir algumas capelas em Angola.

Graham morreu na última quarta-feira aos 99 anos de idade, e apesar de sua fama e profunda influência global, esse humilde líder religioso será enterrado em uma simples caixa de compensado construída por uma pessoa improvável. Richard Liggett, um assassino condenado, liderou uma equipe de prisioneiros na Penitenciária Estadual da Louisiana que construiu caixões para Graham e sua esposa, Ruth, que morreu em junho de 2007 aos 87 anos.

Liggett construiu meticulosamente caixões para muitos companheiros de prisão antes de morrer de câncer em março de 2007, quase 31 anos depois. Liggett diria ao então Warden Burl Cain que, de tudo o que aconteceu em sua vida, o mais profundo era construir os caixões de Billy e Ruth Graham. Franklin Graham comprou os caixões depois de vê-los durante uma visita à prisão em 2005.

Os caixões de madeira simples são feitos de madeira compensada e foram forrados com almofadas de colchão feitas de edredons Walmart cobertos por tecido. Eles são adornados com alças de latão e uma cruz no topo e custam US $ 215. De acordo com o ex-diretor de Angola, a família Graham também pediu que todos os presos que trabalhavam na construção dos caixões tivessem seus nomes queimados na madeira.

Tenho um interesse particular em Angola, porque cheguei a uma equipa de investigação da Baylor University para completar um rigoroso estudo de cinco anos sobre a infame prisão e a Faculdade Bíblica de Angola que atraiu tanta atenção de líderes cristãos e correcionais nas últimas duas décadas. A Faculdade Bíblica, fundada em 1995, e as 29 congregações lideradas por presos em Angola, desempenharam um papel fundamental na transformação de uma das prisões mais violentas e corruptas da América em uma que se tornou um modelo improvável para outros estados. Pelo menos uma dúzia de outros estados lançaram faculdades bíblicas como resultado do experimento em Angola.

Graham recebeu muitas honras durante sua vida, incluindo o Prêmio Templeton em 1982. Na cerimônia de premiação, Sir Geoffrey Howe apresentou Graham e declarou: “É com a Bíblia que ele se armou acima de tudo. Seu refrão característico, ‘A Bíblia diz’, expõe tanto a fundação de sua pregação quanto a explicação para sua extraordinária combinação de humildade e autoridade”. As observações do ex-membro do Gabinete Britânico foram pontuais. O caixão de Graham construído na prisão Angola é um lembrete apropriado da conexão do evangelista com algumas das pessoas mais esquecidas da América.

Fonte: https://www.thegospelcoalition.org/blogs/evangelical-history/story-behind-billy-grahams-prison-built-casket/

Fotografias: divulgação Google Images.